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Farol Alto

Mercado ganha lâmpada de sinalização cromada

sexta-feira, 6 de julho de 2012


Design elegante e alta eficiência são os apelos da Osram ao lançar no mercado brasileiro um novo padrão de lâmpada de sinalização (luz de seta). Batizada de Chrome, a novidade faz parte da linha de lâmpadas Diadem, e oferece tecnologia cromada, com novas possibilidades de iluminação.

Segundo a empresa, a nova lâmpada tem durabilidade duas vezes maior que as padrões, certificado de aprovação em toda a Europa e Brasil. "Esta tecnologia complementa a linha de produtos de alta eficiência e design elegante disponibilizados pela Osram ", comenta o gerente Nacional de Vendas da empresa,  Ricardo Leptich.

O automóvel e a eletricidade

quinta-feira, 5 de julho de 2012


Boletim 17/2012 – 5 de julho
Alexandre Akashi


O carro elétrico está pronto, mas ainda falta o ser humano evoluir

Não vou falar do carro elétrico. Este é um assunto que ainda tem muito que evoluir, não tecnologicamente, pois essa parte está pronta, mas, sim, a forma como o ser humano pensa em relação à economia, tecnologia e bem estar (privado e social). Em poucas palavras, temos tecnologia para promover o bem estar de todos os habitantes do planeta, mas somente tem direito a isso aqueles que podem pagar. Enquanto a mentalidade for essa, temos muito o que evoluir.

Mas, voltando ao tema desta coluna, o automóvel deve muito à eletricidade. Primeiro porque sem ela não haveria motor ciclo Otto. A gasolina, o etanol e o GNV não são como o diesel, que explode espontaneamente sob pressão. Assim, todo automóvel de passeio no Brasil tem um circuito elétrico responsável pela produção da faísca necessária para a combustão da mistura ar-combustível. A ele, dá-se o nome de sistema de ignição.

Este é um sistema fascinante. No começo dos tempos, a faísca era obtida por meio de dínamos que produziam eletricidade a partir da rotação do motor. Não havia sistema de partida elétrica, era na base da manivela, tal como as motocicletas de baixa cilindrada com o pedal escamoteável. Partida à base de tranco.

Depois veio a bateria, ou como gostam de dizer os mais cultos, acumuladores elétricos, que permitiram a instalação de um motor de arranque e eliminou de vez a manivela de partida. Muito mais conforto, principalmente em dias de chuva, certo?

E tem sido justamente em nome do conforto que os sistemas alimentados à base de eletricidade tem aumentado nos automóveis. A mesma bateria que há 30 anos tinha como funções alimentar as bobinas do sistema de ignição, 15 ou 16 pequenas lâmpadas (faróis, lanternas e iluminação interna), limpador de parabrisas, e eventualmente um rádio, hoje leva nas costas o veículo inteiro, praticamente.

Eletricidade de automóvel era uma manha, mas muitos se perdiam em meio a uma dúzia de fios. Hoje, essa dúzia se multiplicou por outra dúzia (ou mais). Até mesmo nos carros mais simples há um emaranhado de fios, fusíveis e relés, espalhados pelos quatro cantos do automóvel.

Um novo sistema surgiu, o de injeção, e ao invés de um carburador, uma central eletrônica, que faz cálculos atrás de cálculos sempre buscando ajustar o tempo de abertura dos bicos injetores para um melhor rendimento do motor, de acordo com a programação pré-estipulada.

Vejam como o negócio ficou complicado! Antigamente, era preciso apenas entender de apertar uns parafusos e saber operar uma lâmpada estroboscópica e pronto! Colocava-se o carro no ponto. Isso, amigos, graças à eletricidade.

Há 30 anos, direção hidráulica, vidros, travas e retrovisores elétricos eram um luxo. Ar-condicionado, então! Hoje a direção começa a ganhar dispositivos de assistência elétrica, e quem sabe em um futuro próximo não seja como nos aviões, à base de fios ao invés de coluna em barra.

Tem eletricidade em tudo no automóvel moderno. Ajustes de bancos e volante, freio de estacionamento, acelerador (que perdeu o cabo e ganhou um potenciômetro), transmissão, tudo e mais um pouco, pois novos componentes foram inventados para deixar o carro mais confortável e menos poluidor.

Assim, é importante, mais do que tudo hoje, entender de eletricidade automotiva. É preciso compreender que tudo está ligado à bateria e que este componente é tão importante quanto o combustível para que o carro moderno funcione.

Uma bateria em fim de vida, que não segura mais carga, não consegue alimentar direito o sistema de injeção e a central eletrônica simplesmente se perde nos cálculos. Sem eletricidade, o carro não anda, as portas não travam, os vidros não fecham, e por ai vai.

Motor elétrico
Sabendo agora que a eletricidade está presente na totalidade do automóvel, fica mais fácil visualizar o próximo passo. Uma lenda urbana diz que no início do século 20, quando o automóvel começava a ser cogitado como um meio de transporte em substituição ao cavalo, havia planos de fazê-lo com motor elétrico, porém a ideia não vingou pois o motor elétrico não tinha o mesmo som másculo do motor a combustão.

Fato é que desde aquela época, o automóvel elétrico é uma possibilidade, assim a tecnologia existe e está pronta. E quando começar a vender, será instantânea a substituição do carro com motor a combustão pelo elétrico, a não ser que você seja um dos poucos que ainda ouve disco em vinil ainda, e recusa-se a comprar um MP3 Player.

Affinia tem novo gerente de vendas da região Norte/Nordeste

terça-feira, 3 de julho de 2012


Alex Calheiros, gerente de vendas região Norte/Nordeste da Affinia

Com objetivo de elevar a participação da Affinia Automotiva nas regiões Norte e Nordeste e intensificar a atuação junto aos distribuidores locais, Alex Calheiros foi designado pela direção da empresa como novo gerente de vendas daquela região.

Calheiros, que já atuou como supervisor de vendas nessas localidades, ocupava o cargo de gerente de contas. Para conquistar os resultados esperados, o executivo conta que pretende potencializar os profissionais da própria região.

Recentemente, a Affinia reformulou a estrutura do departamento de vendas para intensificar a atuação em regiões onde houve aumento significativo da frota circulante de veículos, gerando, assim, maior demanda para a reposição.   

Sua equipe conta com a gestora de contas/Bahia (Karina), gestor de contas/Belém/Manaus (Rodrigo), promotora/Fortaleza (Iara), promotora/Recife (Myrna) e o técnico (Leandro).

A companhia tem como principais clientes regionais as empresas - Autonorte, Bezerra Oliveira, Pemaza, Padre Cícero e JS Distribuidora, entre outros, atendendo também as filiais da Distribuidora Automotiva, Pellegrino, Cobra, Roles, Pacaembu, DPK, Platinum e Real.

TRW lança linha de amortecedores no mercado de reposição


Os novos produtos atendem mais de 500 aplicações em veículos leves e pesados

A TRW coloca no mercado brasileiro de reposição uma nova linha de amortecedores com mais de 500 aplicações em veículos das linhas leve e pesada, nacionais e importados. São amortecedores hidráulicos e a gás, com tecnologia duplo tubo, para todos os tipos de suspensão (McPherson, de carga, com assento de mola, reforçado e compensador de carga).

A proposta é ser uma empresa ‘Corner Module’, novo conceito criado pela própria TRW em que um único fornecedor disponibiliza todos os componentes de um sistema automotivo. No caso TRW, sistemas de freio, direção e suspensão. Para demonstrar essa capacidade, criou um novo selo que integra os produtos a este conceito.

Segundo o diretor de Aftermarket e Marketing da TRW, Alberto Rufini, os amortecedores eram os produtos que faltavam para completar o Corner Module no Brasil. Na Europa, a TRW tem tradição na comercialização de amortecedores. Inclusive, desde 2010, possui uma planta que produz amortecedores exclusivamente para abastecer o aftermarket.

Pneus terão etiqueta de eficiência

segunda-feira, 2 de julho de 2012



Primeiro foram os eletrodomésticos, depois, os automóveis. Agora, é a vez dos pneus entrarem na onda da etiqueta de eficiência do Inmetro, aquela que traz notas de A a G, dependendo da quantidade de energia que consome, e ajuda escolher os mais econômicos. Excelente notícia, ainda mais porque serão avaliados também quanto à frenagem em piso molhado e nível de ruído.

Como tudo, antes de virar uma obrigatoriedade, o texto do projeto entra em Consulta Pública, que pode ser acessada pelo site do Inmetro, até o dia 12 de julho. Em suma, dita as novas regras de segurança e eficiência para a fabricação. De acordo com o Inmetro, entre as principais mudanças, o produto será avaliado quanto à capacidade de frenagem em piso molhado, ao nível de ruído, e a resistência ao deslocamento, ou seja, índice do atrito da borracha com o solo.

Se realmente acontecer, o Brasil será um dos primeiros países do mundo a adotar tal medida, informa o diretor da Qualidade do Inmetro, Alfredo Lobo. A etiqueta dos pneus terá uma pequena mudança em relação aos demais, pois a nota será de A a C, sendo o A o nível que representa o melhor desempenho em cada critério.

 Após a publicação da portaria definitiva, fabricantes (nacionais e importadores) terão prazo de 18 meses para se adequarem às novas regras. O comércio terá 36 meses para comercializar produtos ainda sem a certificação. Fabricantes, importadores e comerciantes que apresentarem produtos não conformes após o fim dos prazos estarão sujeitos às penalidades previstas na Lei.

Até do dia 12 de julho, qualquer pessoa interessa em saber mais sobre a nova portaria pode enviar dúvidas, críticas e sugestões para o Inmetro, pelo e-mail dipac.consultapublica@inmetro.gov.br ou para a Divisão de Programas de Avaliação da Conformidade (Dipac), no endereço Rua da Estrela 67/2º andar, Rio Comprido, Rio de Janeiro – Brasil - 20.261-232.
 

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