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Farol Alto

Para-choque e outros componentes do Jimny nacional é da MVC

quinta-feira, 31 de maio de 2012


Para-choque, saias laterais, painel e forro serão fornecidos pela MVC

Logo, a Suzuki começa a produzir no Brasil, e o primeiro modelo será o jipinho Jimny, um 4x4 muito simpático que conta com motorização 1.3l gasolina (antigamente tinha um diesel, um belo motor, mas que não será oferecido no Brasil, por enquanto).

O para-choque do modelo será fornecido pela MVC, empresa especializada em produtos e soluções em plásticos de engenharia e pertencente ao Grupo Artecola e à Marcopolo, que vai fazer o componente em compósito de polipropileno, reforçado com fibra de vidro longa, que proporciona às peças alto desempenho e baixíssimo peso.

De acordo com Gilmar Lima, diretor-geral da MVC, o carro contará com componentes fabricados pelos processos Vacuum Forming, com plástico de engenharia de alta resistência mecânica, como os para-choques. Também será utilizado o inovador processo VFC Light (combinação das tecnologias a vácuo e compressão), na confecção do revestimento do teto, que proporciona maior estabilidade térmica, rigidez, redução de peso e melhor padrão de acabamento.

Além dos para-choques dianteiro e traseiro, a empresa fará também as saias laterais, os conjuntos de fender flare dianteiro e traseiro, splash shield e protetor frontal, que compõem o kit completo. Todas as peças são produzidas em termoplástico de alto impacto pelo processo a vácuo, já pintadas na cor do veículo e entregues diretamente na linha de montagem da montadora.

A empresa também fornecerá o painel de instrumentos completo e o revestimento interno do teto (forro), que terá como diferenciais desempenho, acabamento e redução de peso. O forro será produzido em duas diferentes configurações, para versões com teto solar e revestimento de vinil e de tecido na padronagem da montadora.

Palestra técnica gratuita sobre exaustão


Cartaz da palestra técnica Tuper

A fabricante de escapamentos e catalisadores Tuper anuncia a realização de palestras técnicas sobre o sistema de exaustão (com foco em escapamento e catalisador) em diversas regiões do País, sendo que as próximas ocorrem em Curitiba, Rio de Janeiro, Contagem e cidades de Santa Catarina.

A última, realizada em 10 de maio, ocorreu em Fortaleza, no Ceará, e reuniu 40 pessoas, entre lojistas, instaladores, reparadores e vendedores, que puderam se atualizar tecnicamente com dicas e estreitar o relacionamento entre lojistas, instaladores e a fabricante.

Durante o encontro, foram apresentados diversos pontos, entre eles, o funcionamento do sistema de escapamento e catalisador e um vídeo sobre o processo de fabricação dos componentes, bem como dicas para que a troca das peças seja realizada adequadamente. 

Reparadores elegem os melhores do ano no Prêmio Sindirepa-SP

quarta-feira, 30 de maio de 2012


Vencedores da categoria Ouro

O Sindirepa-SP realizou na noite ontem, na Fiesp, em São Paulo, a entrega do 3º Prêmio Sindirepa-SP, uma homenagem às empresas que se destacaram nos últimos 12 meses, em 16 segmentos da reparação automotiva.

O Prêmio Sindirepa-SP é concedido por meio de votação, em que os associados ao sindicato são convidados a escolher Os Melhores do Ano, nas categorias Freio (Sistemas e Componentes), Suspensão (Sistemas e Componentes), Reparos de motor, Ar Condicionado (Sistemas e Componentes), Baterias, Pneus, Rolamentos, Filtros, Correias, Equipamentos de Diagnóstico de Motores, Companhia de Seguros, Indústria de Tintas e Complementos, e Software de Orçamentação.

Em cada categoria, foram premiados três empresas, com a classificação Ouro para 1º colocado, Prata para 2ª posição e Bronze para o 3º lugar. Confira as empresas vencedoras em 2011:


Categorias
Premiados
Freio - Sistemas

Ouro: TRW
Prata: Bendix
Bronze: Bosch

Freio - Componentes

Ouro: TRW
Prata: Cobreq
Bronze: Bosch
Suspensão - Sistemas

Ouro: Cofap
Prata: Monroe Axios
Bronze: Nakata
Suspensão - Componentes

Ouro: Cofap
Prata: Nakata
Bronze: Monroe Axios
Reparos de motor

Ouro: Mahle Metal Leve
Prata: Sabó
Bronze: Taranto
Ar Condicionado - Sistemas

Ouro: Delphi
Prata: Denso
Bronze: Siemens
Ar Condicionado - Componentes

Ouro: Denso
Prata: Delphi
Bronze: Bosch
Baterias

Ouro: Moura
Prata: Baterias Heliar
Bronze: ACDelco
Pneus
Ouro: Pirelli
Prata: Michelin
Bronze: Goodyear
Rolamentos
Ouro: INA & FAG
Prata: SKF
Bronze: NSK
Filtros
Ouro: Fram
Prata: Mann-Filter
Bronze: Bosch
Correias
Ouro: Dayco
Prata: Contitech
Bronze: Goodyear
Equipamentos de Diagnóstico de Motores
Ouro: Napro
Prata: Tecnomotor
Bronze: Alfatest
Companhia de Seguros
Ouro: Porto Seguro
Prata: Allianz
Bronze: Marítima
Indústria de Tintas e Complementos
Ouro: PPG
Prata: Sherwin Williams
Bronze: Wanda
Software de Orçamentação
Ouro: Audatex


Vencedores da categoria Prata
Vencedores da categoria Bronze

O carro e as nuvens


Boletim 12/2012 – 30 de maio

Alexandre Akashi

No futuro, todos os sistemas serão interligados e controlados eletronicamente
Já escrevi neste blog que os carros vão ganhar tanta tecnologia que não vai importar o quanto você sabe, mas o quanto vão deixar você fazer. Há uma invenção sensacional que nasceu nas pistas de corrida e não vai demorar muito para ganhar as ruas: a telemetria. Quem assiste corrida de Fórmula 1 ou até mesmo Stock Car na TV vê um pouco do que essa tal telemetria é capaz, quando o locutor nos convida a dar uma volta dentro do carro do piloto.

Não é a emissora de TV que permite isso, mas, sim, as equipes. É mágico! E é assim que vai ser a oficina do futuro e para muitos vai restar apenas o trabalho de soltar e apertar parafusos para trocar somente algumas peças de desgaste natural.

Somente algumas, pois tem peças que só com scanner, como as pastilhas de freios dos carros mais modernos que precisam do equipamento de diagnose para soltar os pistões. A tecnologia vai proporcionar o aprimoramento de muitas oficinas e o desaparecimento de outras tantas. O futuro não é incerto, há centenas de milhares de engenheiros trabalhando no desenvolvimento de carros que rodarão no Brasil nos próximos 10 anos.

É este futuro que quero trazer a todos, para que se preparem, e não sejam pegos de surpresa. O motor a combustão interna ainda tem longa vida pela frente, vai ficar cada vez menor e com mais potência, graças a sistemas de controle de combustão mais apurados, refinados e sensíveis.

Ao mesmo tempo, os veículos híbridos e elétricos vão conquistar cada vez mais espaço e, se resolverem de uma vez por todas o problema de matéria-prima para fabricação de baterias, pois grande parte das reservas de lítio encontra-se na Bolívia, de Evo Morales, e ninguém em sã consciência quer ficar a mercê dele, e nem de nenhum outro ‘Oriente Médio’.

Foi este o recado deixado pelo mundo quando o ex-presidente Lula saiu pelos quatro cantos do planeta para vender o etanol de cana-de-açúcar, e recebeu diversos e simpáticos NÃOS. Simpáticos pois nenhum político iria maltratar o presidente de uma das nações mais prósperas do momento.  

Mas, voltando ao assunto, a tecnologia dos carros do futuro já existe, está pronta, mas ainda é cara, principalmente para os padrões brasileiros, que tem a péssima cultura de valorizar demais os produtos e desmerecer a mão-de-obra. Pode ser que quando o produto não deixar mais qualquer um por as mãos nele, este quadro se inverta. Até torço por isso e sei que este dia está cada vez mais próximo.

Até mesmo os mecânicos das concessionárias são barrados. Já há casos de modelos que permitem o acesso do scanner da montadora até determinado ponto. A partir daí, somente com login e senha, via internet, para acessar um banco de dados remoto, controlado pela montadora, muito provavelmente fora do Brasil. Uma coisa chamada computação em nuvem (Cloud computing, em inglês).

Isso tudo porque o que antes era somente mecânico, agora é controlado eletronicamente, pois é muito mais barato substituir um relé ou um microchip, do que fazer uma retífica de motor. Isso lá fora, onde a mão-de-obra custa mais caro do que um microchip, claro. Aqui, ainda é o oposto.

Entender de automóveis em um futuro próximo vai ser mais complexo, apesar de os princípios básicos permanecerem os mesmos e é nisso que os reparadores precisam prestar muita atenção. Os controladores eletrônicos chegaram para proteger as partes mecânicas, evitar que elas quebrem. Assim, qualquer sinal de anomalia no sistema, a eletrônica vai acusar e tomar medidas de segurança para evitar o pior.

No motor, o pior é ele fundir. Tanto que hoje em dia vemos poucos casos de motor fundido, principalmente nos modelos mais novos, com sistema de injeção eletrônica e dezenas de sensores e atuadores. Com a eletrônica, isso é fácil de evitar, pois se a bomba de óleo parar de funcionar e deixar de lubrificar os pistões, basta um sensor de temperatura acusar uma anomalia no sistema e pronto: o computador manda os bicos pararem de injetar gasolina.

O problema é nos bicos ou no módulo? Não. É no sistema de arrefecimento? Pode ser, pois foi o aumento de temperatura que provocou a parada do carro, mas o que causou o aumento de temperatura? Assim, o reparador precisa ser hoje um detetive e quanto mais eletrônica no carro, mais perguntas precisa fazer e mais respostas conhecer.

Mesmo com os melhores equipamentos de diagnose em mãos, você tem apenas dicas do que pode estar errado. Isso porque hoje os sistemas permitem a leitura dos sensores e atuadores, codificados pela ECU, mas um dia isso pode mudar, como já vem mudando. E ai, como será feito o diagnóstico?

Dayco tem novos produtos na reposição

terça-feira, 29 de maio de 2012


A Dayco apresenta novos produtos no mercado de reposição: correias automotivas “poly v” para veículos Citroën (C4, C4 Picasso e Gran Picasso, C5 e C8, todos com motor 2.0 16V), Peugeot (307, 407 e 807), Mitsubishi (ASX mecânico, 4x4 automático e CVT 4x4, todos com motor 2.0 16V), Daihatsu (Térios 1.3 16V 1997 a 1999), Kia Sephia 1.5 16V fabricado a partir de 1994, e Mazda 323 1.8 16V, produzido entre 1992 e 1999. Além disso, disponibiliza também tensionador e polia da picape Toyota Hilux/SW (2.5 16v e 3.0 16V).
 

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